James Stones e Rolling Bond

Do título apenas se prevê três reações:

Reação 1 – Que idiotice!

Reação 2 – Hum, há aqui qualquer coisa fora do sítio…

Reação 3 – Isto deve ter a ver com os Rolling Stones e com o James Bond.

Qualquer das reações não terá espécie de censura, até porque as reações são como as pilinhas: cada um tem a sua. Mas sim, a ideia é assinalar duas efemérides que marcam o ano de 2012: 50 anos de Rolling Stones e James Bond.

Vamos ao que interessa (façam um esforço para fazer de conta que interessa): semelhanças e coincidências (sendo que a maior parte, aviso já, são bastante forçadas e autênticas pilantrices sem jeito nenhum).

– Ambos são entidades sagradas e ícones que influenciaram inúmeras gerações.

– Ambos foram nascidos e criados da Inglândia, mas chegaram aos 4 cantos do mundo (apesar de a Terra ser redonda).

– Ambos demonstram uma capacidade fantástica para a renovação. No caso dos Stones, dos elementos fundadores dos Stones apenas se mantém Keith e Mick e alguns álbuns são de uma qualidade bastante questionável. Já o James Bond conseguiu sobreviver a 6 atores diferentes, travando a mais dura batalha possivelmente com Timothy Dalton, altura em que 007 era apenas mais um filme de ação que se confundia com tantos outros (os 80’s pariram mais filmes de ação que uma porca que o meu avô tinha lá na terra). Mais recentemente, Daniel Craig (AKA bad ass motherfucker) conseguiu voltar a credibilizar e sarar as feridas de uma doença chamada “foleirice”, provocada por Pierce Brosnan. Portanto, Stones e Bond são sobreviventes.

– Ambos são como os diamantes – parecem eternos. Lol. (os mais letrados terão percebido aqui a piada, aos outros não explico). Ninguém se atreve a prever qual será a última tour dos Stones e o que se faz e fez de James Bond também já vai muito para além do que o Ian Fleming escreveu.

– Ambos são profetas de tecnologias inovadores e a roçar o impossível. No caso dos Stones, palcos carregados de luzes e pirotecnia passível de ser visto do espaço. No caso do James Bond, bom, por onde começar? São os carros que voam, nadam e se tornam invisíveis. São relógios que são bombas, lasers e até tiram cafés. São canetas que são mísseis nucleares e se transformam em cadeiras de praia sempre que um agente secreto precisa.

– Ambos tendem a manter um cuidado escrupuloso com a imagem. Bom, aqui talvez haja algumas diferenças porque nunca vi nenhuma mulher a suspirar pelo Mick Jagger (apesar do homem já ter fabricado 8 filhos de 4 mulheres diferentes, que se saiba).

– E por último (porque não me lembro de mais nenhuma), ambos consideram as mulheres como tinteiros, pneus e escovas de dentes, ou seja…consumíveis. Não existem Stone girls, mas groupies houve mais que bastantes. E Bond, por mais que se esforce, não consegue ver-se rodeado de mulheres isentas de beleza e muitas curvas. Para James Stones e Rolling Bond mulher é “coisa” para se amar e usufruir…mas durante pouco tempo.

PS: pessoas que gostam de mim: aqui fica uma sugestão de oferta para o meu próximo aniversário ou Natal. Também aceito um Aston Martin…

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