Ágata, querias o quê? Um Grammy?

Esta mania dos artistas entrarem em modo “amuei” deixa-me doido. O Fernando Tordo foi para o Brasil porque o país estava “irrespirável para quem faz música”. O Rui Reininho foi para o camarim beber mais um whisky porque não o deixaram falar. Agora é a Ágata que anuncia o fim da carreira quando está perto de atingir os 40 anos de Abelha Maia. E então? A minha mãe já vai nos 42 anos de descontos, queria-se reformar para tomar conta da neta e bem pode chorar que sabe que não vai a lado nenhum. Estes finais de carreira à diva “ai, eu queria-me ir embora mas os meus fãs não deixam porque me amam muito” são singularidades tugas sucedâneas de Sebastianismos. Ah e tal, tenho menos espetáculos e pagam mal e não tenho dinheiro para pagar a músicos e por isso faço concertos de uma hora e meia como quem faz karaoke. Mas qual é o artista deste país que não tem menos espetáculos? O Badaró, que Deus o tenha, acabou a carreira a deslumbrar o interior do país as suas jiboias escarlate. A Linda de Suza ainda limpa vidros no aeroporto Charles de Gaulle. A Simara anda a lavar escadas e é segurança no Dolce Vitta. Nem os Broa de Mel podem passear, amar e ser felizes ti ri ri ri sempre que lhes apetece. O Toy lá anda, estupidamente a carregar baldes de massa. O Olavo Bilac foi visto a semana passada a arrumar carros na Quarteira. A malta tem de comer e faz-se à vida. Isto é blasfémia, Ágata. A próxima vez que te fores confessar hás de ficar com os joelhos em carne viva de tantos Pais-Nossos e Avé-Marias e nem as células adiposas a rebentar pelas costuras te hão de safar. Querias ganhar um Grammy como o Carlos do Carmo, não? Sofre em silêncio e sai sem nenhum queixume.

Gustavo Santos, o mister Miyagi das gerações modernas

Eh pá, ó Gugas, eu nem sei como é que hei de dizer isto, mas tu és um tolinho. A sério, é de coração que to digo, não é para ficares danado comigo. Eu vi um balúrdio de vídeos teus – e por causa disso vou despejar meia garrafa de lixívia para um alguidar cheio de água e por lá ficar de molho durante três dias – e sei do que estou a falar. Eu até me sinto mal a falar de ti porque devo ser o enésimo gajo que o faz e tu continuas com esse sorrisinho de mete nojo nas tuas sessões de terapia de life coaching (wtf?) a enganar gordas feias que comem seis pastéis de nata depois de irem caminhar, mal-amadas de 40 anos que não fazem o buço e depois queixam-se que não arranjam quem lhes faça cócegas.

Diz a verdade, tu tiveste formação com aquele charlatão do funeral do Mandela, não foi? Fiquei realmente impressionado com a tua capacidade de falar com as mãos.  Experimentei tirar-te o pio e foi aí que realmente aprendi umas coisas contigo. Compreendi que o teu complexo não é messiânico mas antes de mister Miyagi.

12 coisas que eu odeio quando vou à praia

  1. Pagar dois euros por um café.
  2. Ouvir uma voz a berrar “não vás a correr” dois segundos depois de um puto passar por mim a abrir porque já pode ir à água.
  3. Senegaleses a vender bijuterias e animais de madeira.
  4. Amigos que só se lembram que têm “alta cena para contar” quando estamos quase a adormecer.
  5. Pensos higiénicos a ir e vir com as ondas.
  6. Ter de ir à água só porque estou à rasca para urinar.
  7. Famílias inteiras com mesas desdobráveis e o panelão de arroz de feijão com jaquinzinhos.
  8. Conversas entre indivíduos que provavelmente se chamam Pierre, Marie ou Michele.
  9. Pessoas que precisam de um curso de formação para sacudir uma toalha.
  10. Acabar sempre por ceder à chantagem emocional do velhote que está a “tomar conta” dos carros no parque.
  11. Chavalada a ouvir música no telemóvel.
  12. Nunca ter visto uma lifeguard que se pareça remotamente com a Pamela Anderson.

 

 

Caminhada número 1

– O que você precisa é de caminhar com regularidade. – disse o meu médico quando eu me queixava, mais uma vez, das minhas dores de coluna.

– Eu já nem me lembro como é que isso se faz.

Ele ficou feito parvo a olhar para mim e disse:

– É um pé a seguir ao outro.

Ele deve ter pensado que eu estava a brincar e riu-se. Até hoje ainda não percebi a piada.

Na verdade, ele nem é médico nem é meu, mas ontem de manhã senti-me no dever de lhe dar algum crédito. Ou isso ou voltei a acordar em modo “pacote de açúcar” daqueles que têm escrito “Um dia vais caminhar porque sim. Hoje é o dia”.

Chegando ao calçadão, tive logo que me desviar de um velhote com ar de peregrino de 13 de maio que vinha a abrir e a fazer sinais de luzes. Ao fim de 5 minutos, percebi que caminhar depois das onze da manhã é mesmo à tenrinho. A essa hora, o sol já escalda (isso explicava o deserto de um calçadão que normalmente mais parece as festas da Senhora da Agonia). Ao fim de 10 minutos, já jurava nunca mais gozar com os rebanhos de gordas que andam sempre com a garrafinha de água na mão. Já estava com a garganta seca e a arranhar feito uma toalha turca esquecida no estendal. Ao fim de 15 minutos, já me doía tudo. Aos 17, descobri que afinal não me doía tudo porque já me doíam mais partes do corpo, portanto era impossível que antes me doesse tudo. Um pouco mais à frente, os meus phones morreram e foi aí que eu resolvi voltar para trás. Voltar para trás. Tinha-me esquecido dessa parte. Quando cheguei a casa só tinham passado 40 minutos. “Porra, 40 minutos. És mesmo um xoninhas”.

Chegando a casa dos meus pais, contei que tinha ido caminhar. Os olhos da minha mãe brilharam quase tanto como quando o meu irmão lhe disse que ela ia ser avó.

– Ao início, também não aguentava mais do que 20 minutos, mas ao fim de dois anos já conseguia fazer 22 minutos na boa.

Não senti que aquilo fosse um estímulo incrível, mas o meu pai também não fez melhor.

– Eu já hoje andei duas horas e meia enquanto tu estavas na cama. E no fim ainda desci e subi a escadaria do metro. 74 degraus para baixo, 74 para cima.

O meu pai cumpre tranquilamente os mínimos para os jogos olímpicos e gosta de se gabar disso. Eu, no lugar dele, faria o mesmo.

“Vai ver que no dia a seguir se sente melhor.” Recordei as palavras do “meu médico”. Estou morto por voltar a ter “consulta” para lhe dizer que é mentira. Já é o dia a seguir e não me sinto nada melhor. Acho até que poderei ter sido demasiado otimista ao numerar o meu post convencido de que haverá um número 2.

Acho que a minha mãe tem um affair com o Luisão

A minha mãe é como eu: não percebe nada de bola. Acho que nem tinha clube até a levar ao estádio da Luz há uns anos. Felizmente, como o estádio estava cheio e ganhámos por 5 a 1 ela lá deve ter decidido “a partir de hoje sou do Benfica e quero lá saber do que o marido vai dizer”. Às vezes acho que criei um monstro. Volta e meia manda-me cada soco no estômago que eu nem sei o que dizer.

 

– Olha lá, o que é que se passa com o Benfica?

– Nada, mãe. Está tudo bem. Estamos só a passar uma fase de adaptação.

– Mas tu achas que eu sou parva ou quê? Eu posso não ter sport zone mas vejo notícias.

– Sportv, mãe.

– Foi o que eu disse. O que eu sei é que agora até o Sporting ganha jogos e eu só vejo o Benfica a perder.

– É uma equipa nova.

– Equipa nova? E qual era o problema da velha?

– Não é isso, mãe. Saíram muitos jogadores e os novos ainda se estão a adaptar.

– Adaptar ao quê?

– Ó mãe, chiça penico, sei lá.

– Sei lá? Então tu andas sempre a ler jornais e a ver notícias e não sabes? Não me digas que vou ter que ligar aos teus amigos para me explicarem. Onde é que anda o Óscar?

– Está a trabalhar.

– E o Vasco?

– Está no Algarve.

– Mas explica-me lá porque é que andam a vender jogadores.

– Ó mãe, porque o futebol é assim. Uns saem porque vão ganhar mais para outro lado. Outros porque jogam muito bem e são comprados por clubes mais ricos. Outros saem porque querem.

– E o Luisão? Também saiu?

– Não. O Luisão ainda está de férias. Ou lesionado, não sei bem.

– Então já fico mais tranquila. Quando ele voltar, vais ver, mete-os todos na linha.

– Não é uma andorinha que faz a primavera.

– Olha que tu ainda estás em muito boa idade para levar duas galhetas na cara. Então mas o Luisão não manda dois berros na casa de banho e metem aqueles gajos todos a jogar à bola?

– Diz-se balneário.

– Quê?

– Diz-se balneário, não é casa de banho.

– Tu queres ver? Dá-me aí o número do Óscar ou do Vasco.

Da Mariana Monteiro

Serei o único a achar que a Mariana Monteiro é mesmo muita fraquinha como atriz? Aquela que é ex-moranguita com açúcar e que tem um palminho de cara e outro tanto de peito. E diz que é apresentadora também, a catraia. Tadinha. E o esforço que ela faz para disfarçar o sotaque do norte. Até agora acho que o melhor trabalho dela foi mesmo ser capa da FHM. Um excelente desempenho.

Cães de loiça e app para smartphones ajudam na localização de aviões desaparecidos


Convicta de que o fenómeno do desaparecimento de aviões comerciais vai virar moda, a AAIC (Autoridade para a Aviação Internacional e outras Cenas) apresentou hoje, em conferência de imprensa, uma solução para o combate ao sumiço de aeronaves: o treino de cães de loiça farejadores. A AAIC acredita que competências como “faro apurado, personalidade curiosa e falta do que fazer” poderão ser ferramentas essenciais na localização destes meios de transporte. Um dos treinadores destes caninos de argila, com créditos firmados no trabalho realizado no Triângulo das Bermudas, esteve também presente na conferência de imprensa e explicou o processo de treino. “Pegamos numa peça de roupa que o avião tenha usado recentemente – umas meias, um cinto de ligas, um gorro – e damo-la a cheirar. Largamos o cão e ele aí vai. Quando encontra alguma coisa faz ão ão várias vezes e corre feito um louco atrás da própria cauda. Temos estado a treinar com aviões pequenos, modelos à escala da Playmobil e da Lego, mas lá para a segunda semana de agosto faremos experiências com Cessnas na zona de Camarate”.

Está também na calha a adaptação da App de localização de ovelhas tresmalhadas para o rastreio de aviões ausentados. “Os nossos técnicos têm trabalhado dia e noite para atualizar  esta aplicação para os sistemas IOS e Android, mas um avião não é a mesma coisa que uma ovelha, convenhamos.”

Entrevista ao Batman

O Batman fez 75 anos. Nascido em berço de ouro em palhinhas deitado, em palhinhas estendido, tem uma das mais longas carreiras no combate ao crime. A idade não o aflige mas os bicos de papagaio não lhe fazem a vida fácil. Chegou ao local da entrevista com uma meia preta enfiada na cabeça e um canivete suíço. “Geralmente é o suficiente para a maior parte dos bandidos e a capa já me pesa.”

75 anos, é obra.

Então não é? Se calhar vou mandar matar um porco.

Os outros super-heróis dizem que o Batman é o Júlio Isidro dos super-heróis. Sente o peso da idade?

Não posso esconder que tenho dias em que vejo o Batsinal e me viro para o outro lado e deixo-me estar mais um bocado no quentinho. Já não tenho paciência para grandes noitadas a levar com o vento na fuça pendurado no alto dos prédios. Às vezes já me cansa estar a vestir aquela tralha toda por dois ou três adolescentes que assaltaram uma velhinha.

Mas estará sempre cá para Gotham City?

Para a semana não que vou a San Diego com o Aquaman à Comic Com. Fora isso não tenho nada combinado.

O que é que faz quando não está a combater o crime?

Olhe, gosto muito de fazer sudoku ou de jogar à sueca no parque. Há uns meses arranjei uma hortinha nas traseiras da mansão. Gosto da altura em que as couvinhas começam a medrar. Quando estou muito entediado ligo ao Joker e peço-lhe para ele pôr uma bomba em algum lado ou assaltar um banco. Marcamos um dia e uma hora e a malta sempre se diverte.

É verdade que reuniu com todos os realizadores de cinema que fizeram filmes sobre si?

Foi uma condição que impus. Teria que reunir com todos eles para aprovar o guião. Queria que contassem a minha verdadeira história e não se perdessem em falácias. Não posso compactuar com teorias homofóbicas sobre a minha relação com o Robin. Isso aconteceu só uma vez e estávamos os dois muito bêbedos.

Então também reuniu com Joel Schumacher?

Esse camelo! Viu o que ele fez com os dois filmes que realizou? Acha que alguma vez eu aprovaria aquilo? Vi o filme em casa do Schwarzenegger e dali sai direto a casa do Joel. Fui buscá-lo por uma orelha e internei-o dois anos em Arkham que é para não ser estúpido.

O Thor vai passar a ser uma mulher e o Capitão América vai passar a ser um negro. O que é que pensa sobre isto?

Temos ideologias diferentes e não convivemos muito. Eu voto DC Comics e eles votam Marvel, mas acho uma toleira. Liguei ao Thor, falei com ele sobre os perigos das operações de mudança de sexo, mas ele não quis saber. Disse-lhe que lá por ser um deus não se ia livrar das dores do pós-operatório, mas ele cagou. Até aproveitou para me pedir dinheiro emprestado para poder pôr umas mamas maiores. O Capitão sei que anda a fazer castings para o seu substituto e sei que quer que seja um afro-americano. Ele nunca lidou bem com o facto de tudo nele ter crescido com a operação exceto a pilinha.

Ben Affleck como novo Batman. Já esteve com o Zack Snyder? Já falaram sobre isso?

Fomos beber uma ginjinha no outro dia e ele lá acabou por me convencer. Eu disse-lhe que achava uma estupidez que um gajo que já foi outro super-herói – e o Demolidor foi aquilo que todos sabemos – tivesse direito a uma segunda oportunidade. Mas o Zack lá me veio com a conversa “ah e tal, sabes que o Demolidor é cego e ainda por cima advogado e isso torna tudo mais difícil”. Eu só lhe disse que se a coisa correr mal, prego com o Ben em Arkham e arranjo maneira de ele ser violado dia sim, dia não.

Já fez as pazes com o Bane?

Nunca o vou perdoar. Tive dores nas costas durante anos. Todos os ortopedistas me disseram que eu estava acabado e cheguei mesmo a acreditar que tinha de começar a treinar alguém para me substituir. Mas o Alfred, que nunca desiste de mim, conheceu um osteopata muito jeitoso numa daquelas excursões em que nos tentam vender colchões e trens de cozinha. Acabei por recomendá-lo também ao Joker que andava a sofrer horrores com os músculos faciais.

E a sua relação com o Super-homem? A imprensa anda implacável…

Sabe, o Clark tem aquele ar de totó mas ele não é parvo nenhum. Basta pensarmos que conseguiu enganar todo o mundo e fazer-se de morto durante uns anos. Tivemos algum tempo sem nos falar, mas as revistas cor-de-rosa exageram muito. Ele ficou piurço comigo por causa das minhas noitadas em casa da Lois. Isso é verdade, mas porra, somos homens. Resolvemos a coisa na marra. O que lá vai, lá vai. Mas pelo sim, pelo não, ainda ando sempre com um bocado de kryptonite no porta-chaves.

Uma série de perguntas rápidas. Collants ou kevlar?

Os collants picavam-me muito. Ou passava para o kevlar ou fazia depilação a laser. Não estava para isso.

Michelle Pfeiffer ou Kim Basinger?

Sempre curti os olhos da Michelle…

Se pudesse escolher um superpoder seria…

Isso é para meninos. Mal ou bem sempre me fui desenrascando sem essas mariquices.

Cavaleiro das Trevas ou Homem-Morcego?

Eu nunca tive jeito para montar a cavalo.

Palestianos ou israelitas?

Eu sou do Benfica até morrer!

Um destino de férias.

Palma de Maiorca. Ouvi dizer que a malta se anda a divertir muito por lá e que as mulheres nos dão mimos em troca de bebidas alcoólicas.

O que é que dizem os seus olhos?

Provavelmente “vou-te rebentar-te”.

Os sucedâneos do mamading: o chuping, o escroting e o punheting

Na ilha de Maiorca, em Espanha, a moda de chupar pilas a troco de bebidas alcoólicas está a tornar-se viral. Este “concurso”, em que uma mulher tem de conceder uma pequena alegria a 24 homens em menos de 2 minutos e 30 segundos, está a dar origem a novos fenómenos igualmente dignificantes para o sexo feminino. O próprio rei de Espanha, que assinou contrato recentemente, já comentou a polémica considerando-a escandalosa: “2 minutos e meio para 24 homens? Isso dá direito a quê? Duas lambidelas por prepúcio? Não vou daqui para Maiorca por tão pouco.”

O fenómeno alastra-se e começam a surgir variantes deste divertido passatempo, sobretudo porque “o mamading não dá direito a bebidas brancas” queixa-se a russa Kriolenka Svergova. “Acho uma exploração mamar 24 pirocas, às vezes ainda cheias de areia da praia, e receber apenas uma mini. A noite passada fiquei com os joelhos em sangue para conseguir apanhar uma piela mediana”. Assim, os resorts de Punta Balena estão a promover noites temáticas e happy hours.

O chuping acontece todos os dias entre as 18h e as 19h. A mulher tem o mesmo tempo, mas tem de conseguir chegar às 48 pirocas e tirar uma selfie com cada uma delas. Em vez de uma mini tem direito a um vodka laranja.

“O escroting é outra onda”, afirma o relações-públicas do Calvin Beach Resort. “Está reservado para as noites de quinta, sexta e sábado. A mulher só pode usar a língua, tem de manter as mãos atrás das costas e uma perna por cima do pescoço. São só 6 homens na fila e dá direito a um gin tónico.”

O punheting só pode ser realizado por louras com atestado de robustez passado pelo médico de família. Dá direito a um whisky duplo com três pedras de gelo. “É uma cena mais intimista. Queremos que estas práticas possibilitem bons momentos de convívio e a concretização de novas amizades. Faz muito sucesso entre as suecas e alemãs”.

Rui Reininho vendido ao Atlético de Madrid

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Foi hoje confirmada, no site oficial do clube, a venda do vocalista pelo valor da cláusula de rescisão. Em comunicado à CMVM, a SAD dos GNR informou que o passe do cantor, avaliado em 275 euros, foi pago em dinheiro e em senhas de almoço. Em declarações à Imprensa, Toli membro fundador dos GNR afirma “Espero que ele venha a ser muito feliz. Tenho pena que ele saia sem nunca me ter explicado as letras das canções, mas somos profissionais e temos de estar preparados para este tipo de mudanças.”
Jorge Mendes, o empresário de Rui Reininho, referiu há pouco à CM TV “O Rui não estava preparado para lidar com a pressão dos adversários, nomeadamente a Catarina Furtado. Ele não está a fazer nada que meia equipa do Benfica não esteja a fazer. De resto, já propus o mesmo à Ana Drago, centro-campista que rescindiu contrato com o BE e que está, atualmente, sem clube. As negociações não estão fáceis porque ela deseja provas inequívocas de que não encontrará mais uma liderança bicéfala.”

A contratação do vocalista do Grupo Novo Rock é uma aposta pessoal de Diego Simeone que já comentou a nova aquisição do clube afirmando “Sigo o trabalho de Rui há muitos anos, desde 2012 pelo menos. Vi muitos vídeos dele e tenho a certeza que será uma mais-valia para o clube.” Questionado sobre a posição em que jogará o treinador refere apenas que “descairá mais para o lado esquerdo, e jogará em losango com mais dois colegas”.

 Mickael Carreira, defesa central dos The Voice, já disse que sentirá saudades dos ataques de ansiedade do cantor. A produção do programa já avançou com o nome de Jorge Palma para assegurar a sua substituição até ao final da época estando “convictos de que os telespectadores nem darão pela diferença”.

Aos 59 anos, Rui Reininho segue para o país vizinho declarando apenas “Vou-me embora, não estou aqui a fazer nada. Atirem-me água benta”.