Os Dispensáveis: Paula Bobone

Dispensáveis

 

Tomou de assalto a liderança deste grupo após ter ganho o respeito de todos os Dispensáveis em consequência do confronto sanguinário com Dolores Aveiro e sua filha. Quando contratada, afirmou laconicamente, não receando quaisquer consequências, que sem ela os Dispensáveis seriam uma “bandalheira inestética” reciclando todo o armamento com uma baixela de espingardaria, facas do mato, projéteis de médio -longo alcance e mariposas coloridas para usar na cabeça. Na semana de campo da formação, revelou os truques do “chacinar com etiqueta” vetando de vez os trabalhos sujos, acabando com o “mau gosto” das manchas de sangue no chão e estilhaços de corpo humano na farda de trabalho. Com obediência cega, todos os elementos do esquadrão passaram a degolar os seus inimigos do lado esquerdo e a torcer o pescoço do lado direito, a segurar no metralhamento apenas com a ponta dos dedos e a não sorver o sangue das orelhas arrancadas à dentada. Bobone rege-se por um só lema “não é o inimigo que vai à faca, mas sim a faca que vai ao inimigo”.

A biografia não autorizada de Ana “Turbinada” Malhoa aqui.

Todos os Dispensáveis aqui.

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